Crédito imobiliário com fundos da poupança bate recorde.

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No primeiro semestre deste ano, o crédito imobiliário com recursos da poupança teve o melhor resultado semestral da história do Sistema Brasileiro de Poupança e Emprestimo (SBPE) desde o início do real, somando R$ 49,6 bilhões – um aumento de 34% em relação ao mesmo período do ano passado. O desempenho superou as projeções da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), que esperava um crescimento de de 15% em 2013. 

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Entre 2011 e 2012, o crescimento havia sido de 3,6%. Já nos 12 meses compreendidos entre julho de 2012 e junho de 2013, os empréstimos imobiliários com recursos da poupança atingiram o montante de R$ 95,3 bilhões, 19% a mais do que nos 12 meses precedentes. No primeiro semestre do ano, a diferença entre depósitos e retiradas das cadernetas de poupança foi positiva em quase R$ 20 bilhões, superando em 60% a quantia registrada no mesmo período do ano anterior.

O mês com maior crescimento foi junho, quando os financiamentos imobiliários somaram R$ 11,17 bilhões, uma alta de 51% em comparação ao mesmo mês do ano passado. Esta quantia equivaleu a 53,2 mil imóveis financiados no mês, 27% a mais do que em junho do ano passado. Junho também foi um mês de recordes na captação líquida da poupança, que teve o melhor desempenho desde 1995: R$ 6,7 bilhões.

De acordo com a Abecip, o recorde se deve principalmente às operações de aquisição de imóveis, que, no último semestre, cresceram 45% em relação ao mesmo período do ano passado, com R$ 35,4 bilhões destinados à compra de imóveis. A construção de imóveis com fundos de caderneta de poupança também cresceram, 12% em relação a 2012, tendo sido desembolsados R$ 14,2 bilhões para este tipo de operação.

Projeção de crescimento
Apesar de a projeção da Abecip ter sido ultrapassada em 19 pontos percentuais, o presidente da entidade, Octavio de Lazari Junior, manteve a projeção de crescimento para o ano – no entanto, não descarta que a previsão continue sendo ultrapassada até o final de 2013. Segundo Lazari, é possível que o crescimento seja de até 21%, totalizando um investimento de R$ 100 bilhões em crédito imobiliário.

Para Lazari, o ritmo de crescimento deve sofrer uma desaceleração na segunda metade do ano, pois o primeiro semestre foi atípico. “O primeiro semestre deste ano foi um período fora da curva, pois houve uma transferência de projetos que seriam lançados no fim do ano passado para o começo de 2013”, explica.

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Quanto à influência das oscilações da taxa básica de juros, o presidente considera que as mudanças afetam pouco as taxas do financiamento habitacional com recursos da caderneta de poupança, já que os recursos são provenientes da poupança. De acordo com ele, o máximo de aumento que o crédito imobiliário sofreria caso a taxa Selic atingisse 9,5% seria de 0,5 ponto percentual.

Fonte: Terra

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